terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Para Geddel, posição de Lula reforça sua candidatura

Jonas negou o óbvio. Lula disse o óbvio e Geddel agora tripudia. Por Charles Carmo.

Na reunião que selou a aliança entre PT e PMDB e assegurou a vaga de vice aos peemedebistas, o presidente Lula confirmou sua disposição em não entrar em bola dividida.

Ou seja, nos estados aonde PT e PMDB serão adversários, como na Bahia, nem ele nem Dilma subirão no palanque.

Para o ministro Geddel “isso deixa claro que o presidente Lula respeita sua disposição de concorrer ao governo da Bahia e sabe que essa é uma realidade política com a qual o PT baiano vai ter que lidar”. A postura do presidente em se manter longe das brigas locais de seus aliados era previsível. Ou deveria ser. O único que jurava que isso não ocorreria é o presidente do PT baiano, Jonas Paulo.

Conhecido entre os jornalistas baianos por sua compulsão em aparecer na imprensa, o presidente do PT baiano vociferava que só haveria um palanque para Dilma na Bahia.

Jonas falou demais e acabou ouvindo o que não queria.