Recordar é viver: ACM, César Borges e Arruda, segundo a Istoé
A edição n° 1645 da Revista Istoé (2001), em matéria intitulada “Abraço de Afogado”, contém uma lembrança que o senador César Borges gostaria de esquecer.
Segundo a matéria assinada pelos jornalistas Andrei Meireles, Mino Pedrosa e Ricardo Miranda, foram César Borges e Arruda que pediram a ACM para que ele nomeasse Regina Célia Peres Borges como diretora do Prodasen (Serviço de Processamento de Dados do Senado).
Regina Borges afirmou à época que entre 20h e 21h do dia 27 de junho de 2000, esteve na casa do senador José Roberto Arruda onde ouviu o pedido, em nome do senador Antonio Carlos Magalhães, para violar o sistema eletrônico e obter a lista de votos da sessão que cassou o então senador Luiz Estevão.
O escândalo custou os mandatos de Arruda e de ACM. Era o início do declínio do império carlista.
Na matéria, a Istoé afirmou:
“Na época, dirigia o Prodasen Regina Célia Peres Borges, nomeada por ACM a pedido de dois fortes padrinhos, o próprio Arruda e o governador da Bahia, César Borges, pupilo do cacique baiano”.
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Por Charles Carmo


