sexta-feira, 18 de maio de 2012

Desastre ferroviário: uma homenagem fotográfica ao prefeito João Henrique

Foto: Retronaut

 

Salvador agoniza diante da inaptidão administrativa de seu prefeito e da colossal dívida que acumula há décadas, desde a “era do rádio”.

Sua arrecadação é absurdamente ineficiente e a qualidade de seus gastos mais ainda.

Diante das chuvas, o caos urbano e a omissão transformam a cidade num lugar cada vez mais perigoso para se viver.

Os rios da cidade e as áreas de captação das águas da chuva são doce lembrança do passado.

Foi decretado que eram esgoto. E pronto. Melhor cobri-los que preservá-los. Melhor para as urnas também.

O transporte é um desafio cotidiano colossal e a cidade, feia e suja, desumaniza seus habitantes.

O problema maior é que a liderança do prefeito é frágil e confusa. Não se enxerga, por mais que se tente, um norte administrativo.

A grande marca da prefeitura é a sua ausência. Esta sim, sentida e reconhecida pela população.

Se existe um consenso na Bahia, este gira em torno da convicção de que a administração de João Henrique em Salvador é um desastre ferroviário.

Como diz aquele meu amigo biltre, falaram pra João Henrique que ele “era um ALCAIDE” e ele entendeu “Al-QAEDA”.

Deu no que deu.

Por Charles Carmo