Desastre ferroviário: uma homenagem fotográfica ao prefeito João Henrique
Salvador agoniza diante da inaptidão administrativa de seu prefeito e da colossal dívida que acumula há décadas, desde a “era do rádio”.
Sua arrecadação é absurdamente ineficiente e a qualidade de seus gastos mais ainda.
Diante das chuvas, o caos urbano e a omissão transformam a cidade num lugar cada vez mais perigoso para se viver.
Os rios da cidade e as áreas de captação das águas da chuva são doce lembrança do passado.
Foi decretado que eram esgoto. E pronto. Melhor cobri-los que preservá-los. Melhor para as urnas também.
O transporte é um desafio cotidiano colossal e a cidade, feia e suja, desumaniza seus habitantes.
O problema maior é que a liderança do prefeito é frágil e confusa. Não se enxerga, por mais que se tente, um norte administrativo.
A grande marca da prefeitura é a sua ausência. Esta sim, sentida e reconhecida pela população.
Se existe um consenso na Bahia, este gira em torno da convicção de que a administração de João Henrique em Salvador é um desastre ferroviário.
Como diz aquele meu amigo biltre, falaram pra João Henrique que ele “era um ALCAIDE” e ele entendeu “Al-QAEDA”.
Deu no que deu.
Por Charles Carmo


