segunda-feira, 21 de maio de 2012

Categoria » Entrevistas

Geddel foi ingrato e agora está isolado, diz Zezéu Ribeiro

zezéu esportO deputado federal Zezéu Ribeiro é um dos maiores quadros do PT na Bahia. Dia 22 de novembro ele comemora seus 60 anos. Líder por três anos seguidos da Bancada do Nordeste é um dos parlamentares mais influentes da Câmara dos Deputados. Nesta entrevista que nos concedeu, Zezéu Ribeiro fala das mudanças que ocorreram na Bahia e no Brasil nos últimos 60 anos.

Ele também nos contou o que pensa a respeito do pré-sal, a partilha de seus recursos, aquecimento global, desertificação, termelétrica em Sapeaçu, do ministro Geddel Vieira Lima e do Governo Wagner.

Para ele, o ministro Geddel foi ingrato e agora está isolado.

Para ouvir a entrevista de Zezéu Ribeiro, aperte o play

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Se preferir baixar o áudio da entrevista, clique aqui.


Quem fala isso não entende de educação, diz Secretário de Educação em resposta às críticas de Geddel

Osvaldo BarretoEntrevistamos, por telefone, o Secretário de Educação, Osvaldo Barreto Filho. Graduado em Economia pela Universidade Federal da Bahia (1972), especialista em planejamento pela Universidade Federal de Minas Gerais (1973) e com mestrado em Administração pela Universidade Federal da Bahia (1994), aonde foi Diretor da Faculdade de Administração.

Osvaldo Barreto é petista de carteirinha e  tido como um dos mais destacados representantes do grupo político do Reitor da UFBA, Naomar Almeida, a quem muitos atribuem sua indicação ao governador Wagner para assumir a Secretaria de Educação, cargo que comanda desde a saída, este ano, do também petista Adeum Sauer.

Nesta entrevista, Barreto, como é chamado por seus colegas na UFBA, fez um apanhado das prioridades educacionais do governo Wagner, falou sobre o projeto de formação de professores que diz ser o maior do Brasil e mostrou-nos o que pensa das elites baianas, do governador Wagner e de sua atuação à frente da Secretaria de Educação.

O Secretário respondeu às críticas feitas aqui pelo Ministro Geddel Vieira Lima, sem entretanto, citar diretamente o ministro.

O Recôncavo apresenta agora os áudios desta entrevista que, por conta do tamanho, não pudemos transcrever aqui.

Aperte o play e ouça a entrevista.

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Se preferir, baixa  o arquivo em MP3


Governo Wagner e PT se assemelham à ACM, diz Geddel

Ontem (10/11) entrevistei por telefone o ministro Geddel Vieira Lima. Na entrevista, o ministro falou de vários temas, entre eles a polêmica charge de Cau Gomez, a termelétrica de Sapeaçu, usina nuclear, políticas afirmativas, governo Wagner e o apoio do PDT ao governador. O ministro Geddel comparou as atitudes do PT baiano àquelas tomadas por Antônio Carlos Magalhães. E fez uma série de críticas à administração petista na Bahia. Por Charles Carmo

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O Recôncavo: Ministro Geddel Vieira Lima, recentemente o presidente do PT baiano, Jonas Paulo, criticou uma charge do artista Cau Gomez, publicada no jornal A Tarde, aonde o presidente Lula é retratado como um ursinho de pelúcia, ao lado dos presidendes Chávez e Zelaya. O senhor também considerou a charge ofensiva à imagem do presidente?

Geddel: Eu acho que nem eu, nem o Presidente da República. Quem verdadeiramente pratica a democracia e entende estas questões tem que entender charge como uma manifestação de inteligência que é próprio de nossa cultura, eu não creio que o presidente da república possa ter se sentido ofendido com a visão de um chargista. Eu acho que a crítica, seja de que forma que vier, ela tem que ser aceita, salvo se for uma injusta crítica sobre a honra, você tem os mecanismos legais. Acho até que este governo e o partido têm se enveredado por um caminho que se assemelha muito ao que era o esquema de Antônio Carlos. Esta crítica, a história da intervenção no PDT, o controle absoluto sobre a Assembléia Legislativa, é agora o TCE em questionamento e uma série de questões que nos assustam um pouco por ver a diferença entre o discurso e a prática. Não concordo com a crítica ao chargista, não tem sentido e o próprio Presidente da República tem sido caracterizado, e todos nós aí, em várias charges e entende isso como uma demonstração do humor e da criatividade do chargista em si.

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