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	<title>O Recôncavo</title>
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		<title>Cruz das Almas: ProJovem oferece oficinas gratuitas no CRAS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 21:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[O ProJovem (Programa Nacional de Inclusão de Jovens) de Cruz das Almas abriu inscrições para jovens de 15 a 17 anos participarem de oficinas de dança, música, artesanato com materiais recicláveis e informática básica pela manhã e à tarde no CRAS (Centro de Referência da Assistência Social).
Gerido pela Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ProJovem (Programa Nacional de Inclusão de Jovens) de Cruz das Almas abriu inscrições para jovens de 15 a 17 anos participarem de oficinas de dança, música, artesanato com materiais recicláveis e informática básica pela manhã e à tarde no CRAS (Centro de Referência da Assistência Social).</p>
<p>Gerido pela Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social, o ProJovem formará três turmas com 25 alunos em cada turma nas quatro oficinas. As aulas acontecerão todos os dias da semana, sempre no turno oposto ao da escola.</p>
<p>As aulas de informática básica acontecem na 27ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar) e na Creche Professora Mariinha, no Vilarejo. As demais oficinas serão ministradas no CRAS. A duração dos cursos é de três meses.</p>
<p>Para se inscrever, o responsável pelo menor deve se dirigir ao CRAS, no Itapicuru, e levar cópia do RG do jovem, comprovante de residência e cartão do Bolsa Família. A previsão da Secretaria de Assistência Social é que as aulas iniciem no mês de abril.</p>
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		<title>Hospital do Subúrbio em Salvador será entregue em julho de 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda visita do governador Jaques Wagner ao canteiro de obras do Hospital do Subúrbio, em Salvador, nesta quarta-feira (10), constatou que o andamento da construção prossegue em ritmo acelerado, segundo informações oficiais.
Ainda segundo o governo, este é o maior investimento do Estado na área de saúde nos últimos 20 anos, a partir de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4514" class="wp-caption alignleft" style="width: 236px"><a href="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Wagner-hospital-do-subúrbio.jpg"><img class="size-full wp-image-4514" title="Wagner hospital do subúrbio" src="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Wagner-hospital-do-subúrbio.jpg" alt="" width="226" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Agecom</p></div>
<p style="text-align: justify;">A segunda visita do governador Jaques Wagner ao canteiro de obras do Hospital do Subúrbio, em Salvador, nesta quarta-feira (10), constatou que o andamento da construção prossegue em ritmo acelerado, segundo informações oficiais.</p>
<p>Ainda segundo o governo, este é o maior investimento do Estado na área de saúde nos últimos 20 anos, a partir de um investimento de R$ 42 milhões, somente para a estrutura física do hospital. A previsão é entregar a unidade à população em julho deste ano.</p>
<p>O governador conferiu ao lado de engenheiros e técnicos o cronograma da construção, que verificou que a obra tem 70% dos serviços concluídos. Ao caminhar pelo canteiro de obras, Wagner conversou com os operários responsáveis pela construção da unidade hospitalar, que terá 268 leitos de internação nas especialidades de clínica médica, pediátrica, cirurgia geral adulta e pediátrica, unidade de terapia semi-intensiva e unidade de terapia intensiva adulta e pediátrica.</p>
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		<title>César Borges dá parecer favorável à aprovação de projeto de Zezéu Ribeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O senador César Borges (PR-BA) apresentou parecer favorável à aprovação do projeto PLC 166/08, do deputado federal Zezéu Ribeiro (PT-BA), que vai a votação hoje (10) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e que obriga órgãos públicos de todos os níveis de governo a manter em arquivo plantas e orçamentos de obras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O senador César Borges (PR-BA) apresentou parecer favorável à aprovação do projeto PLC 166/08, do deputado federal Zezéu Ribeiro (PT-BA), que vai a votação hoje (10) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e que obriga órgãos públicos de todos os níveis de governo a manter em arquivo plantas e orçamentos de obras que tenham executado. O objetivo é garantir a professores e alunos de arquitetura e engenharia acesso às informações quando entenderem que as obras sejam de interesse para sua formação técnica e cultural. O relator César Borges disse que, além do aspecto pedagógico destacado pelo autor, o acesso aos dados favorece outro propósito: uma maior fiscalização das obras públicas por parte da sociedade, ao aumentar a transparência sobre essas atividades. O projeto nasceu de uma sugestão do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e, após a deliberação da CAE, seguirá para exame na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).</p>
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		<title>Wagner visita obra do Hospital Geral do Subúrbio</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 08:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Jaques Wagner visita, na manhã desta quarta-feira (10), a obra de construção do Hospital Geral do Subúrbio, em Periperi (rua Manuel Lino). Com uma localização estratégica &#8211; na confluência do subúrbio ferroviário, estrada do Derba e BR-324 -, o que dá fácil acesso a bairros como Paripe, Águas Claras, Valéria e municípios da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governador Jaques Wagner visita, na manhã desta quarta-feira (10), a obra de construção do Hospital Geral do Subúrbio, em Periperi (rua Manuel Lino). Com uma localização estratégica &#8211; na confluência do subúrbio ferroviário, estrada do Derba e BR-324 -, o que dá fácil acesso a bairros como Paripe, Águas Claras, Valéria e municípios da Região Metropolitana de Salvador, o Hospital do Subúrbio, a ser inaugurado em julho deste ano de 2010, vai atender casos de urgência e emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento previsto é de R$ 42 milhões, beneficiando diretamente a população dos bairros do Subúrbio e adjacências, além de atender aos pacientes regulados do interior do estado. A área total do hospital será de 45,5 mil metros quadrados, sendo 19 mil metros quadrados de área construída.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agecom</p>
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		<title>Câmara aprova projeto que reestrutura as Forças Armadas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 08:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Iolando Lourenço - Agência Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, projeto de lei complementar do Poder Executivo que reestrutura as Forças Armadas e unifica as operações da Marinha, da Aeronáutica e do Exército. Aprovado por 328 votos a 5, o projeto reestrutura o Ministério da Defesa, reorganiza o preparo, o emprego e uso das Forças Armadas tanto nas suas funções constitucionais tradicionais como subsidiárias (garantia da lei e da ordem e a questão da defesa civil).</p>
<p>O projeto, que será agora apreciado pelo Senado, cria o Estado-Maior das Forças Armadas e dá ao ministro da Defesa poderes de direção. “Centraliza nas mãos do ministro da Defesa a escolha dos comandantes das três forças e a promoção dos oficiais-generais”, disse o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), relator da matéria em plenário. Segundo o ele, o projeto também centraliza as compras das Forças Armadas.</p>
<p>Jungmann explicou ainda que o texto aprovado dá poderes de policia à Marinha e à Aeronáutica nas áreas de fronteira, uma vez que o Exército já tinha esse prerrogativa. Para o parlamentar, a aprovação do projeto é uma grande conquista para reduzir a violência, o crime organizado e aumentar o combate às drogas e ao tráfico de armas.<br />
<span id="more-4500"></span><br />
Outra novidade, de acordo com Jungmann, é que o Congresso passa a ser corresponsável pela política de defesa. “Agora, o Congresso terá corresponsabilidade, porque a estratégia nacional de defesa será votada na Casa e será atualizada de quatro em quatro anos, no meio do mandato do presidente da República”.</p>
<p>O projeto cria, segundo Raul Jungmann, o livro branco da defesa nacional, onde será publicada e atualizada a situação das Forças Armadas, tais como composição das Forças Armadas, equipamentos, “dando total transparência para que amigos e potenciais inimigos e o povo saiba qual a situação da defesa nacional e das Forças Armadas”.</p>
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		<title>Notas introdutórias aos Manuscritos Econômico-Filosóficos de 1844</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 07:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Clodoaldo Almeida da Paixão é Professor-Assistente do DCHF/Uefs, Mestre em Sociologia (Ufpb) e Doutorando em Família na Sociedade Contemporânea (Ucsal).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os manuscritos econômico-filosóficos foram escritos quando Marx tinha apenas 26 anos de idade, embora já Doutor em Filosofia. Nele se encontra, por assim dizer, um esboço teórico da critica à Economia Política que só posteriormente, no Capital, considerada a sua obra de maior profundidade teórico-metodológica, se verificará “completamente” desenvolvida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto fundamental e que deve ser bastante acentuado nessa obra inconclusa de 1844 é a importância epistemológica operada pelo autor, qual seja, a de já nesse momento fundir no processo de análise dos problemas teóricos, Filosofia e Economia ou, como se queira, Economia Política e Filosofia. E, nesse sentido, embora bastante evidenciado a influência que recebera dos grandes expoentes de cada esfera do conhecimento, de um lado, da Economia Política, por Smith e Ricardo, e, do outro, pela Filosofia de Feuerbach e Hegel, diferencia-se desses de forma crítica e transcende-os teoricamente.<span id="more-4493"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Assim é com relação à noção de alienação descoberta por Feuerbach, para quem coloca – no lugar do Espírito/Ideia hegeliano – o homem sensível, real. Embora contribua criticamente assinalando o caráter concreto da dimensão humana, percebe-o, no entanto, como coisa natural. Aqui reside, já, a crítica operada por Marx, ao destacar o caráter histórico da natureza-essência humana, observando que também o sensível é obra humana. Trata-se, portanto, para Marx, já nesse momento de sua trajetória intelectual, de perceber e explicar a sociedade historicamente e a partir das relações sociais estabelecidas concretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário de Hegel, para quem a alienação estaria no plano da consciência, ou seja, na Ideia que os homens fazem da realidade. Sendo assim, trata-se, na perspectiva de Hegel, de defini-lo no plano das ideias ou da consciência como se queira. A alienação, assim, seria um estado meramente da consciência. Para Marx, no entanto, essa é apenas uma das formas da alienação. Ou melhor, embora metodologicamente Hegel avance em relação a Feuerbach, no sentido que não considera-a como um processo natural, mas histórico, o mesmo (Hegel) só consegue alcançar um aspecto do problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a perspectiva teórico-metodológica operada por Marx consegue dar conta do problema na sua totalidade, uma vez que pensa-compreende a alienação como sendo ao mesmo tempo subjetiva e objetiva, ou, dito de outra forma, como sendo um produto simultaneamente da consciência e de uma situação objetiva, concreta. Para Marx, o que há de concreto não é, como pensa alguns ditos marxistas, uma inversão da realidade que apareceria – enquanto reflexo – de forma invertida na consciência do sujeito. O que ocorre de fato é uma correspondência no plano da consciência do indivíduo do que ocorre efetivamente na realidade objetiva, para distinguir da noção de realidade subjetiva ou abstrata.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave do problema para Marx, no entanto, está em demonstrar o que determina a alienação humana. Essa seria, portanto, a tarefa sine qua non, da Teoria. E é esse esforço teórico que foi empreendido pelo autor nos manuscritos econômico-filosóficos. Nesse sentido, o que faz com que no processo de produção-criação-transformação o produto do trabalho humano apareça como sendo produto não de si mesmo, mas do outro, é, para Marx, a propriedade. Sendo essa a descoberta fundamental para a compreensão e explicação desse fenômeno social, ou seja, a forma pela qual o homem se realiza ou afirma a sua superioridade ou liberdade – o trabalho – é a mesma pela qual se torna inferior ou escravo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é o que faz com que o criador não reconheça a criatura que ele mesmo criou como sendo a sua criação ou, o que dar no mesmo, isso é o que faz com que a criatura (produto do criador) se torne acima do criador e voltando-se contra esse.</p>
<p style="text-align: justify;">A noção de trabalho, descoberta pela Economia Política foi fundamental, embora submetida a uma profunda crítica, pois embora entendida enquanto a essência da atividade humana, a mesma representava-a como natural. Desnaturalizar a compreensão e explicação da realidade, essa parece ser, a tarefa teórica imediata de Marx.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se chegou até a noção de valor e não se deu maiores passos? Embora trabalhando ainda nesse momento com a noção de “propriedade do trabalho ou trabalho como mercadoria”, percebe-o, desde cedo, que a alienação é determinada pela força de trabalho tornada propriedade de outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui residiria, no entanto, a possibilidade de uma crítica teórica – no sentido marxista (superação do problema) – a explicação de Marx, sobretudo a partir do seguinte problema: é possível o trabalho humano (no capitalismo) sem que haja a alienação? A alienação estaria na apropriação da quantidade do trabalho ou produto do trabalho ou na objetivação do trabalho humano? Essa seria, ao nosso modo de ver, a grande contribuição que poderia ser dada, hoje, a Teoria da Alienação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há apenas 32 anos mais tarde (1876, mas publicado em 1896 &#8211; sobre o papel do trabalho na transformação do macaco em homem) o maior parceiro acadêmico de Marx &#8211; Friedrich Engels, diria sem temor a erro que “o trabalho é a fonte de toda riqueza (&#8230;), com efeito, ao lado da natureza, encarregada de fornecer os materiais que ele converte em riqueza. O trabalho, porém, é muitíssimo mais do que Isso. É a condição básica e fundamental de toda a vida humana. E em tal grau que, até certo ponto, podemos afirmar que o trabalho criou o próprio homem (..)”. Análise, aliás, bastante oportuna frente ao debate teórico-ideológico contemporâneo que propugna pelo fim da sociedade do trabalho.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Setores da imprensa são golpistas, diz Leandro Fortes</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 06:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Leandro Fortes é um dos mais respeitados jornalistas do país. Na Carta Capital, aonde atualmente exerce a profissão, Leandro fez matérias antológicas, como as duas em que mostrou o lado B do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
Ao revelar ao país que o Ministro do Supremo é proprietário do Instituto Brasiliense de Direito Público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-996" title="Leandro Fortes" src="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2009/11/leandro-FORTES.jpg" alt="Leandro Fortes" width="300" height="225" />Leandro Fortes é um dos mais respeitados jornalistas do país. Na Carta Capital, aonde atualmente exerce a profissão, Leandro fez matérias antológicas, como as duas em que mostrou o lado B do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.</p>
<p>Ao revelar ao país que o Ministro do Supremo é proprietário do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), que fatura milhares de reais por ano, sem licitação, Leandro Fortes provocou a ira do  ministro. Por esta ousadia, está sendo processado por Gilmar Mendes.</p>
<p>Na entrevista que nos concedeu ontem (13/11), Leandro fala o que pensa a respeito da imprensa nacional, da Conferência Nacional de Comunicação, dos desafios dos profissionais de jornalismo neste momento e de outros temas.</p>
<p>Aperte o play e ouça a entrevista.</p>
<p><a href="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Leandro-Fortes-ok1.mp3">Se preferir baixar a entrevista, clique aqui. </a></p>
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		<title>A história das coisas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 06:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lgmTfPzLl4E&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/lgmTfPzLl4E&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>A luz no fim do túnel</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 06:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Granma:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://www.granma.cu/portugues/2010/marzo/mar9/final-tunel-portugues.html" target="_blank"><span style="color: #ff0000;">Granma</span></a>:</p>
<p><a href="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/final-tunel-portugues-g.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4483" title="final-tunel-portugues-g" src="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/final-tunel-portugues-g.jpg" alt="" width="338" height="424" /></a></p>
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		<title>Repórteres no pelourinho. Por Leandro Fortes</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 05:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Carmo</dc:creator>
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Do Brasília, eu vi
A direção da Folha de S.Paulo, simplesmente, autorizou a um elemento estranho à redação (mas não aos diretores), o sociólogo Demétrio Magnoli, a chamar de “delinquentes” dois repórteres do jornal, autores de matéria sobre a singular visão do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) da miscigenação racial no Brasil. Vocês, não sei, mas eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/leandro-FORTES.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4480" title="leandro FORTES" src="http://www.oreconcavo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/leandro-FORTES.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Do <a href="http://brasiliaeuvi.wordpress.com/" target="_blank"><span style="color: #ff0000;">Brasília, eu vi</span></a></p>
<p>A direção da Folha de S.Paulo, simplesmente, autorizou a um elemento estranho à redação (mas não aos diretores), o sociólogo Demétrio Magnoli, a chamar de “delinquentes” dois repórteres do jornal, autores de matéria sobre a singular visão do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) da miscigenação racial no Brasil. Vocês, não sei, mas eu nunca vi isso na minha vida, nesses 24 anos de profissão. Nunca. Por tabela, também o colunista Elio Gaspari, que desceu a lenha no malfadado discurso racista de Demóstenes Torres, acabou no balaio da delinquencia jornalística montado por Magnoli.</p>
<p>Das duas uma: ou a Folha dá direito de resposta aos repórteres insultados (Laura Capiglione e Lucas Ferraz), como, imagino, deve prever o seu completíssimo manual de redação, ou encerra as atividades. Isso porque Magnoli, embora frequente os saraus do Instituto Milleniun, não entende absolutamente nada de jornalismo e confundiu reportagem com opinião. A matéria de Laura e Lucas nada tem de ideológica, nem muito menos é resultado de “jornalismo engajado” (contra o DEM, na Folha??). A impressão que se tem é que houve falha nos filtros internos da redação e deixaram passar, por descuido ou negligência, uma matéria cujas conseqüências aí estão: o senador Torres, sujeito oculto da farsa do grampo montada em consórcio entre a Veja e o STF, virou, também, o símbolo de um revisionismo histórico grotesco, no qual se estabelece como consensual o estupro de mulheres negras nas senzalas da Colônia e do Império do Brasil.</p>
<p>A reação interna à repercussão de uma matéria elaborada por dois repórteres da sucursal de Brasília, terceirizada por Demétrio Magnoli, é emblemática (e covarde), mas não diz respeito somente à Folha de S.Paulo. O artigo “Jornalismo delinquente”, publicado na edição de hoje (9 de março de 2010), na página de opinião do jornal, nada tem a ver com políticas de pluralidade de opiniões, mas com intimidação pura e simples voltada para o enquadramento de repórteres e editores, e não só da Folha, para os tempos de guerra que se aproximam. A recusa de Aécio Neves em ser vice de José Serra deverá jogar o DEM, outra vez, no vácuo dos tucanos, a reviver a dobradinha iniciada entre Fernando Henrique Cardoso e o PFL, de triste lembrança. O imenso mal estar causado pela fala de Demóstenes Torres na tribuna do Senado Federal, resultado do trabalho rotineiro de dois repórteres, acabou interpretado como inaceitável fogo amigo. Capaz, inclusive, agora, de a dupla de jornalistas correr perigo de empregabilidade, para usar um termo caro à equipe econômica tucana dos tempos de FHC.</p>
<p>Demétrio Magnoli, impunemente, chama a reportagem da Folha de S.Paulo de “panfleto disfarçado de reportagem”, afirmação que jamais faria, e muito menos a publicaria, sem autorização da direção do jornal, precedida de uma avaliação editorial e política bastante criteriosa. O fato de se ter permitido a Magnoli, um dos arautos da tese conceitualmente criminosa de que não há racismo no Brasil, insultar dois repórteres e o principal colunista da Folha, em espaço próprio dentro de uma edição do jornal, deixa a todos – jornalistas e leitores – perplexos com os rumos finais da velha mídia e de seu inexorável suicídio editorial em nome de uma vingança ideológica, ora baseada em doutrina, ora em puro estado de ódio racial e de classe.</p>
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